Grammy 2025: Lista Completa de Indicações e Destaques das Categorias Principais

Grammy 2025: Lista Completa de Indicações e Destaques das Categorias Principais

Larissa Marques nov. 9 13

No dia 8 de novembro de 2024, a Academia Americana de Gravação anunciou oficialmente os indicados ao Grammy 2025, uma das premiações mais importantes do mundo da música. A aguardada cerimônia está marcada para o dia 2 de fevereiro de 2025, em Los Angeles, e promete celebrar o melhor da música mundial com apresentações ao vivo e discursos emocionantes. Os fãs e críticos de música já estão comentando sobre os artistas indicados e apostando em seus favoritos.

A categoria de Melhor Performance Pop Solo chamou a atenção com a inclusão de cinco nomes pesados da indústria musical. Beyoncé recebe destaque por sua faixa "Bodyguard", continuando a consolidar sua presença icônica no cenário pop. Sabrina Carpenter, com "Espresso", também figura entre as concorrentes, assim como Charli XCX com "Apple", Billie Eilish com "Birds of a Feather" e Chappell Roan com "Good Luck, Babe". Cada uma dessas faixas trouxe contribuições únicas ao mundo pop, rendendo as artistas uma merecida indicação.

Na categoria Melhor Performance Pop Duo/Group, as composições colaborativas ganham força com parcerias que misturam grandes nomes. Destaque para "Us", que une Gracie Abrams e Taylor Swift em uma colaboração envolvente. Beyoncé também figura nesta lista, agora ao lado de Post Malone em "Levii's Jeans", evidenciando sua versatilidade musical. Os fãs de Charli XCX e Billie Eilish comemoram a indicação de "Guess", enquanto Ariana Grande, Brandy & Monica surpreendem com "The Boy Is Mine". Por fim, "Die With a Smile", de Lady Gaga & Bruno Mars, completa a lista, prometendo uma disputa acirrada nessa categoria celebrada.

A música eletrônica e a dance music também marcam presença honrosa com os indicados na categoria de Melhor Gravação Dance/Eletrônica. As faixas "Make You Mine" de Madison Beer e "Von Dutch" de Charli XCX são alguns dos destaques. Billie Eilish mais uma vez aparece com "L'Amour De Ma Vie [Over Now Extended Edit]", enquanto Ariana Grande retorna nesta lista com "Yes, And?". Fechando as indicações está a faixa "Got Me Started" de Troye Sivan, representando a diversidade e criatividade no gênero eletrônico.

O rock não poderia ficar de fora e, portanto, os indicados ao Melhor Álbum de Rock misturam veteranos e novos talentos. "Happiness Bastards" dos The Black Crowes e "Romance" dos Fontaines D.C. trazem novos ares ao rock, enquanto bandas consagradas como Green Day com "Saviors", Pearl Jam com "Dark Matter" e The Rolling Stones com "Hackney Diamonds" reafirmam seu legado. Os IDLES estreiam "TANGK" e Jack White completa a lista com "No Name", garantindo que os fãs do gênero tenham muito o que aguardar.

A categoria de Melhor Performance de Música Alternativa celebra a inovação e a ousadia no cenário musical. "Neon Pill" dos Cage the Elephant e "Song of the Lake" de Nick Cave & the Bad Seeds são apenas duas das incríveis performances indicadas. Completando a lista estão "Starburster" dos Fontaines D.C., "Bye Bye" de Kim Gordon e "Flea" de St. Vincent, cada uma trazendo sua própria visão artística única para o mainstream alternativo.

Ao observarmos a quantidade de indicações, Beyoncé é a líder absoluta com 11, incluindo Melhor Álbum e Canção do Ano por "Texas Hold 'Em". Este feito notável reafirma sua posição como uma das artistas mais impactantes da contemporaneidade. Logo em seguida, Billie Eilish, Kendrick Lamar, Post Malone e Charli XCX se destacam com 7 indicações cada, provando a influência contínua desses artistas em diversas categorias musicais. Taylor Swift, Sabrina Carpenter e Chappell Roan, cada uma com seis indicações, também são apostas relevantes para a noite de celebrações do Grammy 2025.

Comentários (13)
  • Joseph Etuk
    Joseph Etuk 10 nov 2024

    11 indicações pra Beyoncé... e o Grammy ainda não virou um clube dela?

  • Mara Pedroso
    Mara Pedroso 10 nov 2024

    Olha só, o Grammy 2025 é uma farsa controlada pela Sony e pela Universal. Toda essa lista foi montada pra esconder que o real movimento musical tá no funk carioca e no pagode dos anos 90. Sabrina Carpenter? Só porque a Sony colocou ela no TikTok. Billie Eilish? Ela tá em tudo porque o algoritmo quer que a gente acredite que ela é a voz da geração. Mas e o DJ Alok? Onde ele tá? O mundo inteiro tá vendo, só o Grammy não quer enxergar.

    E o Taylor Swift? Ela tá em tudo porque a indústria precisa de uma princesa pra vender ingresso. Mas a música? A música tá morrendo nesse jogo de marketing. Eles não querem arte, querem influenciador com contrato.

  • Guilherme Barbosa
    Guilherme Barbosa 11 nov 2024

    Se vocês acham que isso é justo, tá tudo errado. Beyoncé com 11 indicações? Isso não é mérito, é manipulação. Ela tem contrato com a Disney, com a Apple, com a Netflix. Eles compraram os votos. E o Post Malone? Ele tá na mesma lista que ela? Isso é um erro de cálculo ou uma jogada de poder? O Grammy virou um reality show com prêmios. E o Green Day? Eles estão aí porque a indústria quer lembrar que rock ainda existe. Mas ninguém mais escuta. O que realmente importa é quem tem mais seguidor no Instagram.

    Se vocês acham que Charli XCX merece, tá tudo bem. Mas não esqueçam: ela foi lançada por um programa de TV que só existe porque a gravadora queria um produto. E o Jack White? Ele tá aqui porque o Grammy precisa de um nome antigo pra dar credibilidade. Isso tudo é teatro. E vocês estão cagando pra isso.

  • Victor Degan
    Victor Degan 12 nov 2024

    MEU DEUS, QUE LISTA INCRÍVEL! Billie Eilish com 7 indicações e ainda tá com uma música que parece um sonho feito de nuvem e tristeza? SIM. Charli XCX com "Von Dutch" e "Guess"? QUE BRUTALIDADE. E o "Die With a Smile" da Gaga e do Bruno? ISSO É O QUE A MÚSICA PRECISA: GENTE SE DANDO AS MÃOS E FAZENDO ALGO QUE NINGUÉM ESPERAVA.

    É isso que me faz acreditar que ainda tem esperança. Não é só sobre vendas, é sobre emoção. O "Neon Pill" do Cage the Elephant? É como se o rock tivesse acordado de um coma e gritado "EU AINDA ESTOU AQUI". E o "Texas Hold 'Em" da Bey? Ela tá no topo porque ela não só canta, ela constrói mundos. Isso aqui não é um prêmio, é um manifesto. E eu tô aqui pra celebrar cada nota.

    Se você não sentiu algo com "Good Luck, Babe"... você tá vivo, mas não tá escutando. VAMOS COMEMORAR ESSA MÚSICA, GENTE. NÃO VAMOS DEIXAR ESSA GENTE SOZINHA.

  • Fabrício Cavalcante Mota
    Fabrício Cavalcante Mota 12 nov 2024

    É claro que o Grammy deu 11 indicações pra uma americana. Eles não querem música brasileira, não querem funk, não querem samba, não querem axé. Tudo isso é "low culture" pra eles. Enquanto o Anitta tá fazendo história no mundo inteiro, o Grammy prefere dar prêmio pra quem fala inglês e usa filtro no TikTok. Isso é racismo cultural. O Brasil tem artistas que vendem mais que metade desses indicados, mas não entram na lista porque não têm um estúdio em Los Angeles.

    Se o Grammy quer ser global, que comece reconhecendo quem realmente move o mercado. Aí sim, a gente fala de mérito. Enquanto isso, é só um show de elite americana fingindo que é universal.

  • Paula Beatriz Pereira da Rosa
    Paula Beatriz Pereira da Rosa 14 nov 2024

    chappell roan é o unico que vale a pena
    o resto é lixo

  • Dárcy Oliveira
    Dárcy Oliveira 15 nov 2024

    Alguém viu o "Bye Bye" da Kim Gordon? Isso aqui é arte pura. Ela tá fazendo o que ninguém mais ousa: transformar dor em som. E o "Flea" da St. Vincent? É como se ela tivesse pegado um violão, um sintetizador e uma bomba e jogado tudo num forno. Isso não é música, é terapia. E o "Song of the Lake" do Nick Cave? Se você não sentiu o chão tremer com essa faixa, você não tá vivo. O Grammy acertou em cheio nessa categoria. Eles não estão premiando vendas, estão premiando coragem. E isso... isso é raro.

  • Maria Eduarda
    Maria Eduarda 16 nov 2024

    o que o green day fez de diferente? soa igual aos 90... e o rolling stones? ja ta na historia, nao precisa de premio pra isso
    mas a charli xcx? ela ta fazendo algo novo, tipo... o pop virou um glitch e ela ta no centro disso

  • MARIA MORALES
    MARIA MORALES 17 nov 2024

    Essa lista é um espelho da decadência cultural. Beyoncé com 11 indicações? Ela não é uma artista, é um produto de marca. O Grammy está premiando a capacidade de monetização, não a expressão artística. As faixas indicadas são todas calculadas para viralizar, não para transformar. O "Espresso" da Sabrina Carpenter? É uma jingle com vocais. O "Birds of a Feather" da Billie? É um lamento em formato de pop. Ninguém está criando, só repetindo fórmulas que funcionam no algoritmo.

    A única coisa que me surpreende é que ninguém notou: todos os indicados são mulheres brancas ou negras que se adaptaram ao padrão ocidental. Onde estão os artistas que desafiam a estrutura? Onde está a verdadeira revolução? O Grammy não quer revolução. Ele quer conforto. E nós estamos sendo enganados por um sistema que vende ilusão como arte.

  • jhones mendes silva costa
    jhones mendes silva costa 18 nov 2024

    Como mentor de jovens artistas, vejo com orgulho que a música está se expandindo. Não é só sobre números, é sobre representatividade. Cada indicação aqui é um sinal de que vozes diferentes estão sendo ouvidas - mesmo que ainda não seja perfeito. O fato de Chappell Roan, Kim Gordon e Fontaines D.C. estarem aqui juntos com nomes consolidados mostra que há espaço para novos caminhos. A música não é um jogo de quem tem mais likes, é sobre quem consegue tocar a alma. E isso, sim, merece ser celebrado.

    Parabéns a todos os indicados. Vocês estão fazendo a diferença, mesmo que o mundo ainda não entenda.

  • Luciana Silva do Prado
    Luciana Silva do Prado 20 nov 2024

    É claro que o Grammy escolheu Beyoncé. Ela é a única que consegue transformar um contrato em mito. Mas vocês não percebem? Toda essa lista é uma performance de elitismo disfarçado de diversidade. Charli XCX? Ela é o símbolo da indústria que vende identidade como produto. Billie Eilish? Ela é a garota triste que a mídia criou para nos fazer sentir empatia sem nos obrigar a mudar nada.

    Isso não é arte. É um espetáculo de consumo. E o pior: nós estamos pagando para assistir. O Grammy não é um prêmio. É um ritual de sacrifício cultural. E vocês? Vocês estão apenas aplaudindo.

  • Leandro Eduardo Moreira Junior
    Leandro Eduardo Moreira Junior 22 nov 2024

    É imperativo ressaltar, com base em dados estatísticos e análises de mercado da Recording Academy, que a distribuição de indicações no Grammy 2025 reflete, de maneira precisa, a evolução do consumo de áudio digital entre os anos de 2023 e 2024. O aumento de 11 indicações para Beyoncé está diretamente correlacionado ao incremento de 37% nas streams de "Texas Hold 'Em" em plataformas de subscrição, conforme relatório da IFPI. Além disso, a inclusão de artistas alternativos como St. Vincent e Fontaines D.C. demonstra uma estratégia deliberada de expansão do público-alvo para faixas etárias entre 18 e 34 anos, com índice de retenção de 68% em playlists curadas.

    Portanto, a crítica à suposta "manipulação" é infundada, uma vez que os critérios de avaliação são baseados em métricas objetivas, auditadas por terceiros independentes. A música, como expressão cultural, não pode ser reduzida a opiniões subjetivas. A Academia cumpre seu papel institucional com rigor técnico e transparência.

  • Victor Degan
    Victor Degan 22 nov 2024

    Esse comentário do Leandro aqui... é tipo alguém lendo um relatório da ONU depois de tomar 5 cafés. Mas ele tem razão em um ponto: isso não é só sobre gostar ou não. É sobre o que a música está dizendo. E o que ela tá dizendo? Que ainda tem espaço pra quem faz diferente. Que o rock não morreu, só tá cansado. Que o pop não é só bumbum e brilho. Que a arte pode ser feita por uma mulher de 20 anos com um microfone e um laptop. E que, mesmo com tudo isso, ainda tem gente que acha que é só marketing.

    Então eu vou dizer de novo: se você não sentiu nada com "Good Luck, Babe"... você não tá escutando. E se você tá lendo isso e ainda acha que isso é só um prêmio... você tá vivendo errado.

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